Assisti e curti: Across the Universe

Oi gente!!! Ontem assisti o filme “Across the Universe” e o filme me inspirou a fazer algumas coisas. Primeira: fazer o post sobre o filme (dã!) e segundo: me inspirou a fazer mais posts sobre filmes.

Hi guys!! Yesterday I watched the movie “Across the Universe” and the movie inspired me to do some things. First, make the post about the film (duh!) and second: inspired me to do more posts about movies.

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Sério. Tenho que confessar que realmente amo os Beatles, eu ouço há uns 5 anos, mas infelizmente nunca havia assistido o filme e quando soube que ele ia passar no canal Sony eu fiquei contando os minutos pro filme começar. É meio indescritivel o que senti ao assiti o filme porque eu já sabia que o filme falava sobre Beatles, guerra do Vietnã e amor. Mas tudo foi levado a outra dimensão. 

Seriously. I have to confess that I really love the Beatles, I hear there are about 5 years but unfortunately had never seen the film and when I heard he was going to spend on Sony channel I was counting the minutes for the movie to start. It’s kind of indescribable what it felt like to assiti the movie because I knew that the film talked about the Beatles, the Vietnam war and love. But everything has been taken to another dimension.

Eu peguei partes de uma critica muito boa que achei no google. É feita por Demetrius Caesar.

I caught parts of a very good review I found on google. This is done by Demetrius Caesar.

Ps.: o que esta em italico é o que o critco escreveu e o que está em negrito sou eu.

“Apesar de não ser um bom filme, Across the Universe é um gostoso musical ao som dos Beatles.

Across the Universe parte de uma idéia irresistível, de contar duas histórias – uma, de amor, e outra, de uma geração, a dos loucos anos 60 – por meio das músicas dos Beatles, mas termina num filme longo e cheio de falhas, com uma edição assassina, briga da diretora com o estúdio, críticas negativas e pouca repercussão de público. Trata-se de uma obra fascinante com grandes momentos, não necessariamente um bom filme. (concordo com ele, mas acho que é sim um bom filme)

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Começa bem em Liverpool, ao som de Girl, de John Lennon e Paul McCartney, quando um trabalhador nas docas (com o sugestivo nome de Jude) decide pegar o navio e procurar o pai, que trabalha na universidade de Princeton, nos EUA. Lá ele conhece Lucy, um loirinha de classe média que é o protótipo dos baby boomers.

Os números musicais do início proseguem magníficos e tem-se a impressão de que o filme caminha para ser uma obra-prima. A apresentação das personagens é perfeita e, já em Nova York há encenações ilustrando o movimento negro tacando fogo (literalmente) na cidade, o movimento gay começando a sair do armário (uma cheerleader lésbica descendente de asiáticos cantando I Wanna Hold Your Hand referindo-se a gostosona do pedaço) e as marchas contra a Guerra do Vietnã reunindo todos nas ruas: a música Let it Be ganha contornos inesquecíveis. (realmente, é muito dramatico e tocante e os diretores escolheram os mementos perfeitos de colocar cada musica.)

Entretanto, aos poucos a política assume prioridade no filme, em detrimento ao sexo, drogas e rock’n’roll. Começa o naufrágio de Across the Universe. Afunda (com classe) em parte por conta do proselitismo da diretora, mas o próprio tempo é a principal causa. Afinal, fumar maconha nos anos 60 era totalmente diferente de fumá-la hoje. A rebeldia não tem mais o mesmo significado e parece não ter lugar hoje, no nosso mundo pragmático e sem grandes paixões ideológicas: até o mais ferrenho conservador, militarista e reacionário cidadão de direita é perfeitamente capaz de escutar Beatles sem nem sem dar bola para a mensagem das letras. (concordo com o “afundar com classe”, mas não por causa da politica, gostei de ter esse assunto no filme.)

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Mas Julie Taymor teve a coragem de regravar as 33 músicas usadas no filme (duas sem letras), de forma que os atores as cantam em arranjos apropriados para o contexto. É um dos triunfos do filme, pois as músicas originais jamais funcionariam. (como disse, as musicas foram perfeitamente interpretadas.)

across1Quase no fim do filme há outro destaque, quando toca Strawberry Fields Forever, Jude cria o cartaz de uma gravadora e o número musical, psicodélico, com morangos alucinógenos caindo como bombas no Vietnã enquanto os soldados, de cueca, carregam uma imensa Estátua da Liberdade com grande dificuldade, finalizando com a imagem, para sempre retida na memória de quem a viu, da adolescente nua fugindo de uma bomba de Napalm – a menina surge aqui vagando sobre as águas dançando butoh. Belíssimo. (quando eu assisti o filme eu fiquei me perguntado o que e pra que eram aquelas meminas dançando na água, então pude entender e quando reassistir a cena voce sente a tristeza e a dor que é a guerra. Foi muito tocante essa parte do filme, a pureza e a doçura dos morangos foram transformadas em terriveis bombas assassinas!)

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Across the Universe conta com artistas de renome da Broadway no departamento de arte e coreografia, todos muito bem manejados por Taymor – o Tio Sam animado, ao som de I Want You (She’s So Heavy), é apenas uma das várias sacadas geniais. Ela sabe o que faz. Sua verborragia, além da nostalgia de sua era revolucionária, é que atrapalharam o filme, com excesso de boas intenções. Julie Taymor não se excusa de fazer política descarada. Ela não toma distância de seu objeto. Transforma Bono Vox no guru do ácido, pessoas começam a voar, o sexo é livre, os hippies entram na parada, os anos 60 foram perfeitos.

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Evidentemente, há ecos sobre a Guerra do Iraque atual e da pasmaceira do público com a política.  A imaginação da diretora e sua capacidade criativa intoxicam de tanta emoção, mas há um descompasso entre o tema e o filme, que termina mal editado, por conta dos cortes exigidos pelo estúdio – a diretora disse que a versão em DVD terá tudo e será melhor. (Ou seja, vou locar o filme para ver tudo.).

Sei que o texto é grande e eu cortei muitas coisas, mas eu não podia cortar o resto porque ele fala claramente das coisas boas e ruins do filme. Espero que tenham gostado e repito: assiatm o filme!

I know the text is large and I cut a lot of things, but I could not cut the rest because he speaks clearly of good and bad things from the movie. I hope you enjoyed and I repeat: assiatm the movie!

xoxo

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